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Curitiba, Paraná, Brazil
Apaixonada pela língua portuguesa, livros, música e culinária. Queria cursar letras, mas acabei entrando na faculdade de informática, área em que trabalho até hoje.

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Depois de me bater tentando colocar IP fixo no meu celular, resolvi colocar aqui um passo a passo pra nunca mais esquecer e talvez ajudar quem também esteja com dificuldades como eu.

Abra as configurações selecione Wi-Fi

Depois selecione "Mostrar opções avançadas", pode ser que no seu celular apareça diferente, mas no meu está assim.

Em "Configurações de IP" selecione a opção "Estático"

Coloque a senha

Coloque o número do IP sempre seguindo o padrão da sua rede (192.168.1.xxx ou 10.1.1.xxx e assim por diante)

Em seguida coloque o Gateway (No caso da GVT, o padrão é 198.1.1.1)

Não há campo de Máscara de Rede e sim "Tamanho do Prefixo de Rede", onde você deve colocar o número correspondente à Máscara utilizada:

255.0.0.0 = 8
255.255.0.0 = 16
255.255.255.0 = 24

Depois coloque o DNS 1 (Caso não saiba coloque 8.8.8.8)

No caso do  DNS 2 (eu deixei em branco, mas se não der certo pode colocar 8.8.8.4)



Espero ter sido útil pra alguém ;)
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Tenho o CorelDraw X6 e volta e meia aparecia esse tal de Erro 58 e o programa não abria de jeito nenhum!

A solução a seguir pode ser usada para várias versões do CorelDraw (e também percebi que pode ser usado para outros tipos de erro):

- Clique em Iniciar > Executar 
       Digite services.msc e clique em "ok"




- Vá até a opção "Protexis Licensing V2"
      Clique com o botão direito do mouse e vá em "Propriedades"
      No "Tipo de Inicialização" deixe em "Automático" (no meu caso já estava), em seguida, clique em  "Iniciar".
      Finalize clicando em "Aplicar" e em "Ok".



Agora abra o CorelDraw, o problema deixará de aparecer.
Espero ter sido útil pra você assim como foi pra mim!

sábado, 19 de outubro de 2013
Hoje nosso poetinha, nascido Marcus Vinicius de Moraes, completaria 100 anos!

Nem parece, mas já se fazem 33 anos de sua morte, em 1980, na manhã de 9 de julho, após Toquinho tentar socorrê-lo. Nem parece que se passou tanto tempo de sua morte, pois acredito que ele continua tão vivo em nosso meio quanto há 33 anos. Eu nem o conheci, ou melhor, nem conheci a época em que vivia.

O poetinha fez parte de minha vida diversas vezes, seja com suas poesias e prosas, ou com suas inesquecíveis composições em parceria com os também admiráveis Toquinho, Tom Jobim, Baden Powel e tantos outros.

Provavelmente sua composição mais conhecida seja Aquarela, composta juntamente com Toquinho, Guido Morra e Maurizio Fabrizio

Mas a minha favorita é esta:

A Felicidade
(Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim)

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor


Estava eu meio dormindo e pensando em 3 medos.
São eles: medo de aranha, medo de altura e medo da morte.
São três tipos de medos representados de forma diferente para mim.

Medo de aranha
Esse é o pior! Não tenho medo, mas sim um pavor enorme!
Acho que não exista algo que me dê mais medo do que esse bichinho pequeno, porém nojento e perigoso (a maioria).

Medo de altura
Esse é um medo um pouquinho diferente.
Não me peça para subir em uma escada, ir à uma sacada, viaduto, ponte sem que nelas existam uma cerca ou algo que possa fazer evitar uma queda. Um exemplo claro é o viaduto próximo ao BioParque em Curitiba, por onde passei na última terça-feira (15/10). O viaduto não era bem cercado, a proteção era feita por um uma armação de ferro, a uma altura de um metro aproximadamente. Qualquer um poderia facilmente cair por ali, assim como ocorreu no show do Iron Maiden com uma menino que assistia à apresentação da banda dali.
Porém, por outro lado, eu não tenho medo de andar de Montanha Russa ou qualquer um desses brinquedos que envolvem altura. Pelo contrário, eu gosto muito. E por que eu não tenho medo? Porque sei que é seguro. Estou segura, usando o cinto de segurança e sei que isso me impedirá de cair.

E o terceiro medo: morte
Muita gente tem medo de morrer. Eu também já tive, mas no momento não tenho. Sei que uma hora isso acontecerá pra todo mundo, apenas não gostaria de sofrer quando a minha hora chegar. E, em certos momentos, a morte representa um alívio. O fim. Não apenas da vida. Mas o fim de um desespero, de um sofrimento, enfim, o fim de algo que me incomoda.

Então, 3 tipos de medos distintos, mas que ambos habitam dentro de mim, trazendo ações, reações também distintas.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013
É meus amigos... O certo é ser errado. É dar trabalho, é ser inconsequente, egoísta, irresponsável.
O negócio é ser instável, bipolar, desequilibrado. O negócio é ser dependente, jogar com as pessoas, ser interesseiro.
Aí sim as pessoas te dão atenção, se preocupam, passam a mão na sua cabeça, te ligam, te apoiam.

Se você é quieto, na sua, você está errado. Se você ajuda quem quer ajuda, é sacrificado por não ajudar quem não quer.

Você tem que fazer as coisas na pressão, por obrigação, senão você é julgado, cobrado, apontado, mal falado. As pessoas estão sempre muito dispostas pra julgar, pra cobrar, muito antes de tentar entender.

Chega uma hora que a gente cansa de ser cobrado o tempo todo, por tudo, por todos, de todos os lados . Chega uma hora que a cabeça não aguenta. A gente se chateia. Se magoa. Perde a vontade de ver as pessoas, de fazer as coisas.

Como diz Caio Fernando Abreu: "Não é sono, não é falta de tempo, não é dor física, muito menos depressão. Só vontade de me desligar do mundo por alguns segundos."


sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Deixe o preconceito de lado, pelo menos agora. 

Muita gente não gosta desse tipo de leitura (Auto-Ajuda), mas creio que esse livro seja diferente e seus ensinamentos, com exemplos reais de mulheres reais, possam ser úteis à muitas mulheres. 

Muitas depois de lerem terão a impressão "mas eu já sabia disso" e outras "Eu sabia disso, mas por que não agia de forma diferente?". É que existe uma grande diferença entre saber e fazer

E se, mesmo depois de ler esse livro, você continuar optando por desconsiderar tais fatos abordados, depois não me venha com chorumelas do tipo "Por que isso acontece sempre comigo?!".


 
O livro custa em média R$ 20,00 (super barato!) e pode ser encontrado na maioria das livrarias.

Segue um trecho do livro:

As mulheres inteligentes sabem que nenhuma mulher nasce inteligente.
As mulheres inteligentes também sabem que é possível aprender a ser inteligente de duas maneiras - a maneira difícil e a maneira fácil.

Em sua maioria, as mulheres inteligentes se tornam inteligentes da maneira difícil, isto é, através de experiências pessoais que deixam cicatrizes - recordações dolorosas de noites de insônia, lágrimas, incertezas, raiva, insegurança e ansiedade. Elas aprendem sobre a vida, sobre o amor e sobre os relacionamentos, mas pagam um preço muito alto por essa sabedoria.

Nós temos certeza de que existe uma maneira mais fácil para uma mulher se tornar inteligente - uma maneira mais fácil de aprender a ser sábia ao lidar com os relacionamentos e não precisar passar por experiências traumáticas que muitas vezes acompanham a aquisição desse conhecimento. Como? Simplesmente ouvindo e assimilando as experiências de outras mulheres. Sabedoria sem sofrimento, compreensão sem angústia, descobertas sem melodrama - é disto que trata este livro.

As mulheres mais inteligentes sabem que não precisam sofrer para se tornarem inteligentes
Uma mulher inteligente sabe que o seu bem mais valioso é a consciência de si mesma.
Se uma mulher quiser se tornar inteligente, ela precisa compreender o que isso significa. Vejamos, por exemplo, o caso da Debra. Embora seja inteligente, culta, criativa, espirituosa e organizada, ela ainda não sabe muito bem como conduzir a sua vida pessoal. Na realidade, ela seria a primeira a dizer que, quando inicia um relacionamento, é grande a chance de "deixar a cabeça" na porta de entrada. Debra diz que no correr da vida foram inúmeras as vezes em que perdeu de vista o seu eu e as suas metas. Assim como muitas outras mulheres, ela aprendeu que: uma mulher pode ser brilhante mas não saber se proteger em seus relacionamentos; uma mulher pode ser muito bemsucedida em sua carreira e mesmo assim sentir-se atraída pelas qualidades erradas de um homem; apesar de ser muito talentosa, uma mulher pode não ser emocionalmente inteligente. Por que isso acontece? Porque saber lidar com a vida, com o amor e com os relacionamentos é muito diferente de ser um gênio em física nuclear.

Então quais são as qualidades básicas que tornam uma mulher realmente inteligente e lhe dão as melhores oportunidades de ser pessoal e emocionalmente feliz?

Uma mulher inteligente sabe que ser inteligente significa:
• Manter-se racional.
• Deixar sua inteligência controlar suas emoções, e não o inverso.
• Confiar mais em seus valores do que em seus hormônios.
• Escolher relacionamentos que a façam feliz e permitam que ela cresça.
• Procurar e acolher pessoas otimistas e encorajadoras.
• Manter distância de relacionamentos que significam p-r-o-b-l-e-m-a.
• Afastar-se de pessoas que tentam controlá-la ou a façam sofrer.

Em um relacionamento, uma mulher inteligente sabe que precisa desenvolver uma visão realista daquilo...                           ...que deve dar a um parceiro. 
                           ...que pode esperar de um parceiro

E, mais importante do que tudo, uma mulher inteligente jamais se esquece de que ela é uma pessoa especial, com ou sem um homem em sua vida.

É isso. Boa leitura!
sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Cansada de ser marcada nos tais vírus do Facebook, resolvi criar esse passo-a-passo pra ajudar você a tirar eles do seu perfil.


No momento são 3 tipos (eu acho) que estão circulando pela rede, portanto se você ver as postagens abaixo NÃO CLIQUE!




Mas se você já clicou e não sabe como fazer para tirar essa mensagem, aí vai o passo-a-passo:

1 - Abra o seu Facebook e clique e clique no canto superior direito e vá em "Configuração de conta". Em seguida clique em "Aplicativos" do lado esquerdo:










 Depois veja os aplicativos instalados. Se encontrar algum aplicativo que desconhece ou que não tenha sido instalado por você, clique no "x" ao lado da palavra "Editar" e o REMOVA:












Pronto. Simples assim. Agora o seu Facebook está livre dessas pragas. Se você, assim como eu, não suporta mais ser marcado e mencionado nessas publicações, mande para a pessoa esse passo-a-passo e faça um favor à ela e a você mesmo.

Espero ter sido útil! ;)

sábado, 13 de julho de 2013
Ultimamente o povo brasileiro tem protestado sobre diversas coisas. Porém, neste Dia Mundial do Rock, por que não lembrar da passeata contra a guitarra elétrica que aconteceu em 1967? Vejam o vídeo que relata o ocorrido: 

sábado, 22 de junho de 2013



Sonho, intuição
Percepção
Realidade, ilusão?
Respostas aparecerão

Em breve.


quarta-feira, 19 de junho de 2013
Uma das coisas que sempre me incomodou, se tratando de erros de português e afins, é o fato das pessoas falarem "Terminal Guarda Lupe"

Ora, será que existiu um guarda com esse nome? E ele foi assim tão importante para que dessem o nome dele para o Terminal?

Pra quem não é de Curitiba ou não conhece, o Terminal GUADALUPE está localizado no centro da cidade. Os ônibus que lá fazem ponto levam a população de Curitiba até as cidades da região metropolitana e vice-versa. Ele tem esse nome porque está localizado ao lado da Paróquia Nossa Senhora de GUADALUPE.

Ok. Mas onde está o trocadilho?

Dias desses escuto um senhor gritando, anunciando sua mercadoria: - Olha o GUADA-CHUVA! Olha o GUADA-CHUVA!
Na hora lembrei-me do terminal, pensando "ele não consegue falar guarda-chuva? Tinha que vender Guada-chiva no Guardalupe" e ri sozinha.

Então me veio o trocadilho à mente "Tinha um vendedor de GUADA-CHUVA no Terminal do GUARDALUPE."

Quer coisa mais divertida do que brincar com as palavras? :)

 


terça-feira, 18 de junho de 2013
Ouvi dizer que a Sininho, de tão pequena, não tem espaço para amar e odiar, ficar feliz e triste ao mesmo tempo. Parece uma representação contrária do ser humano, que hoje pode abraçar, mas amanhã pode te deixar cair. Facilmente!


domingo, 16 de junho de 2013
Hoje pela manhã terminei de ler o livro. Levei cerca de uma semana para lê-lo. Foi uma leitura muito prazerosa que me trouxe conhecimento e abriu meus olhos para o entendimento de diversas coisas que estavam incógnitas há tempos.

Tinha um certo preconceito sim, quanto ao tema do livro e à autora. Porém fui surpreendida por um conteúdo excelente, forma de escrita direta e cheia de acontecimentos, o que não deixa o livro cansativo ou maçante, dando vontade de continuar a leitura incessantemente.

Fiquei com vontade de estudar mais profundamente certos fenômenos relatados pelo livro, assim como ler outras obras da autora.

Só tenho a agradecer à minha vizinha Hellen que me emprestou o livro, não poderia ter feito isto em melhor momento.

Anotei AQUI algumas passagens do livro que me chamaram mais a atenção.


sexta-feira, 14 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013



E é por isso que gosto de autores como Edson Marques. Que primeiro vivem e depois escrevem. Que não se prendem às histórias fictícias.






domingo, 9 de junho de 2013
Hoje meu filho Gabriel estava assistindo o jogo do Brasil e falando sozinho, sendo chamada sua atenção pelo pai.
 
Foi quando eu disse que falar sozinho faz bem. Anos atrás foi realizada uma pesquisa e seus resultados publicados pela Revista Galileu. Foi comprovado que falar palavras em voz alta faz o cérebro trabalhar mais rápido.

Talvez essa seja a explicação pelas excelentes notas que o Gabriel tira na escola, principalmente em matemática, pois ele faz a lição falando em voz alta tudo.

Ontem mesmo enquanto fazia a lição de matemática, ficava tagarelando todo o desenvolvimento das contas. Perguntei se ele faz assim na escola também. Ele me respondeu que sim, mas procura falar o mais baixo possível pra que os outros alunos não escutem os resultados.

hehehe


Já eu, assim como Cazuza, prefiro escrever...


Sábado à noite, ligo a TV e eis que o SBT está transmitindo um dos melhores filmes que assisti nos últimos anos: "Antes de Partir".

Ele retrata de forma dramática e ao mesmo tempo cômica a vida de dois homens à beira da morte, devido ao câncer.

Com poucos meses de vida, eles resolvem elaborar uma lista com coisas para fazer antes de morrer.

Uma das melhores cenas, em minha opinião, é aquela em que eles estão no Egito, onde um dos personagens conta ao outro sobre a crença egípcia onde, para adentrar ao paraíso, a pessoa deveria responder a duas perguntas:

1 - Encontrou alegria na sua vida?
2 - Você proporcionou alegria aos outros?

Dependendo da resposta a pessoa seria ou não admitida no paraíso.

Mas será que é necessário estar à beira da morte pra realizar nossos sonhos?



Outra parte interessante é quando o personagem do Jack Nicholson pergunta aos presentes em uma reunião, interrompendo a mesma:

"Vocês já leram A Divina Comédia?"

Mais uma excelente dica. Se trata de uma das maiores obras de arte literária, que interpreta a grandeza e a miséria humana, na sua essência, traçando um retrato da humanidade, passada, presente e futura.

Se ainda não viu o filme, eu recomendo 100%!

 
sábado, 8 de junho de 2013
Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.
Fernando Pessoa

 
 Escrever. É o que tem pra hoje.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.

Oswaldo Montenegro


quinta-feira, 30 de maio de 2013
Estava eu pensando sobre a tecnologia. 

Antigamente, há cerca de 15 anos, num feriado como este de hoje (Corpus Christi), eu provavelmente estaria na chácara de meu avô, em Campina Grande do Sul/PR. 

Mas o que isto tem a ver com tecnologia? Bem, nestes tempos, eu previamente visitaria a biblioteca ou, mais precisamente, o Farol do Saber Manuel Bandeira, no Pilarzinho, próximo à casa de meus avós, onde eu residia. Sairia de lá com no mínimo 2 livros, para passar o feriado em "boa companhia". 

Porém, hoje em dia as coisas mudaram. Eu já não tenho um Farol do Saber pertinho de casa, nem tempo de sobra pra passar em um. E é aqui que a tecnologia entra. Depois de um dia de "dona de casa", cansativo e ainda acompanhado de fortes cólicas, nada melhor que deitar debaixo do meu edredom de oncinha, pegar o notebook e ler um bom livro online. 

Atualmente tenho usado o site Livros On, não é a mesma coisa do que pegar um livro com as nossas próprias mãos, sentir o cheiro, poder folheá-lo, mas vale a pena.

Hoje porém estou lendo Mario Quintana novamente, um dos meus autores favoritos, mais precisamente o Caderno H, através do site Releituras.

Então, como diria Djavan:

sexta-feira, 10 de maio de 2013
Texto interessante do Carpinejar. Tem a mesma ideia do livro "O Que Toda Mulher Inteligente Deve Saber". Vale a pena ler.




Você não entende como não começa um relacionamento, como não se apaixona novamente, como não muda de vida.

Reclama da ausência de opções. É bonita, inteligente, divertida.

Minha hipótese é que não abandonou o passado.

Mantém flertes com o ex indiferente, ou continua saindo com sujeito que jamais assumirá o romance.

Raciocina que, enquanto não vem o escolhido, o príncipe, pode se entreter com velhas paixões.

Mas todos pressentem quando uma mulher está enrolada, todos intuem o caso mal resolvido, e não se aproximam.

Não virá ninguém para espantar os corvos e dissolver essa atmosfera pesada de Prometeu.

É trabalho em vão soterrar o precipício. Mulher desinteressada é impossível.

Ninguém ousará quebrar o monopólio de sua dor.

Você cheira a encrenca, cheira fidelidade a um terceiro. Seus ouvidos estão lentos, sua boca paira em distante lugar, seus olhos se distraem seguidamente.

Não tem brilho na pele, porém tensão nos ombros.

Sua respiração é um poço de suspiros.

Vive ansiosa por notícias, por reatos, mensagens. Não presta atenção, não se entrega para as casualidades.

Quem enxerga fantasmas não vê os vivos.

Não dá para começar um novo amor sem abandonar os anteriores. Errada a regra que a gente somente esquece um amor antigo por um novo.

Está com o corpo fechado, costurado, mentindo que já não sofre mais com as cicatrizes.

Espera herança, não sai para trabalhar ternuras.

Mendiga retornos, não cria memória.

Sua nudez não responde ao pedido da curva. Nem balança com a música favorita.

Está tomada do carma, do veneno, do ressentimento.

Pensa que está bem, mas está em luto. Uma mulher em luto não permite arrebatamentos, afasta-se na primeira gentileza que receber, recusa a prosperidade das pálpebras piscando nos bares e restaurantes.

Você nunca vai encontrar seu namoro, seu casamento, sua paz, se não terminar de se arrepender.

É preciso guardar o máximo de ar, ir ao fundo, descer na tristeza e nadar para longe dela.

Não amará outro alguém sem solucionar pendências, sem recusar o homem que não a merece, o homem que não vai embora e tampouco fica.

Não amará outro alguém sem abandonar algumas horas de alívio em motéis.

Não amará outro alguém se não bloquear as recaídas, se insistir em ressuscitar as promessas.

Uma mulher nunca será inteira se mantém romances quebrados.

Nunca estará presente.

Nunca estará aqui.

Entenda, minha amiga, só ama quem está disposta a ser amada.

Publicado no Jornal Zero Hora
Coluna semanal, Revista Donna, p. 6
Porto Alegre (RS), 28/04/2013 Edição N° 17416
terça-feira, 7 de maio de 2013
Fazer chorar é muito fácil. Fazer chorar qualquer um faz. Qualquer coisa faz. Palavras, atitudes, até mesmo uma imagem, uma fotografia.
Agora, fazer rir é para poucos, nem todo mundo tem esse dom.
Fazer sorrir então... Aquele sorriso puro, natural, simples e sem motivo aparente. 

Arrancar lágrimas qualquer um consegue, não é difícil. Mas para arrancar sorrisos, é preciso mais do que vontade, é preciso bom humor, ser agradável, ter um coração bom...



sábado, 6 de abril de 2013
Não sei a autoria do texto, mas é muito bom, cada vez que o leio, chego a chorar de tanto rir!



Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu iria me sentir dez quilos mais leve!! Disseram que meu namorado iria amar!! Eu imaginava que iria doer, porque elas ao menos me avisaram. E encarei o desafio.
 - Oi, queria marcar uma depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
(Espera aí! Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada?! Mas já que era pra fazer, quis fazer direito)
- Cavada mesmo.
Chegou o dia em que perderia dez quilos!
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba! Vou ficar que nem ela, legal!
Saímos da sala de espera e entrei num longo corredor.
De um lado a parede e, do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, suspiros, conversas, sussurros…. Senti um frio na barriga sem ainda abrir um único botão!!
Chegamos ao nosso cantinho: uma maca cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha onde estavam os aparelhos de tortura: uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça… De repente, ela vem com um barbante na mão e amarrou bem forte as laterais da calcinha.
- Quer bem cavada?
- É… Quero sim.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail!!
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer muito.
- Ah, sim, claro.
(Claro, nada! Não entendia porra nenhuma do que ela fazia! Mas confiei!)
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e soltando fumaça.
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada né?! (Ela riu… Que situação!)
E, então, Penélope passou a primeira camada de cera quente na minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele do meu corpo tinha saído. Que apenas minha ossada tinha sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Procurei minha bolsa com os olhos cogitando a possibilidade de chamar o serviço de resgate.
Tudo isso buscando me concentrar, para fingir que era tudo suuuupernatural.
Quando me notou roxa, Penélope perguntou se estava tudo bem.
Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
O processo medieval continuou. A cada puxada, eu tinha vontade de espancar Penélope, tirar o sangue dela.
Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.
Todas recomendam, porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha; bigode, não!
- Não, lindinha, não estou falando do seu buço! Os lábios dela (apontando para a minha Abigail), aqui, ó!
Não, não, pára tudo! Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia!
Mas topei. Quem está na maca, tem mais é que se fuder mesmo!
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação!
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui! Olha de perto!
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas, completamente debruçadas sobre a sofrida Abigail.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta!” Só voltei à terra quando, entre uns blábláblás, ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui, porque ficaram uns pelinhos, tá?
- Pode pinçar, está tudo dormente mesmo, tô sentindo nada!
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça fi-lha-da-pu-ta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la, arrancar-lhe os olhos. Porém, mal sabia eu que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Heeeeeeeeiin??????????
- Deitar de lado, pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui!
- Heeeeeeiiin?????? Como assim????
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda!
Tive vontade de chorar.
Eu não podia ver o que Penélope via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho do cú!!!!!!!!!!
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Neeeem minha ginecologista!
Quis chorar, gritar, peidar na cara dela.
Mas, de repente, fui novamente trazida para a realidade.
Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu, entre tantos?
E aí me veio o pensamento: “Peraí, tem cabelo lá??!!”
Fui impedida de desfiar o questionamento.
Penélope puxou a cera.
Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só ela arrancou toda e qualquer coisa que existisse ali.
Com certeza, não havia mais nem uma preguinha pra contar a história!
Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces … !!!!!!!
- Vira agora do outro lado.
Caralho!!!? Por que a cadela não arrancou tudo de uma vez só? Virei e, completamente humilhada, segurei a outra “bandinha”. Nesse exato momento, a bruaca da salinha ao lado abre a cortina novamente.
- Penélope, me empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Ninguém ia ver o meu cu tão de perto daquele jeito! Só mesmo Penélope.
E, agora, a vizinha inconveniente.
- Terminamos! Pode virar que vou passar a maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada!
- Tá, passa essa merda logo!
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo.
Baixe a calcinha?! Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho????!!!!!!
Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú!!
O que seria baixar a calcinha?
- Prontinha! Posso passar um talquinho?
- Pode. Deixa a bicha grisalha!
- Tá linda! Pode namorar muito, agora!
Namorar?… Namorar?! Eu estava com sede de vingança! Queria virar feminista, morrer peluda, protestar, fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Acho que, se um dia eu voltar lá, vai ser pra dar na cara dela!!
sexta-feira, 8 de março de 2013
Desenho feito pelo meu filho Gabriel Scholze Rosa, que está fazendo aula no Centro Juvenil de Artes Plásticas.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Tenho visto muitas pessoas com currículo do tipo "não quero arrumar emprego". Não que elas realmente não queiram, mas talvez falta um pouco de bom senso ou ajuda pra fazer um currículo descente. 

Portanto resolvi escrever algumas dicas, coisas simples, mas que fazem a diferença.

Não adianta fazer um currículo de 3 folhas porque a chance do empregador não o ler é grande. Seja prático, coloque as informações de maneira reduzida e somente aquelas que realmente interessam ao empregador!

Não coloque o número de seus documentos, isso a empresa vai solicitar caso você seja selecionado.

Só coloque foto se o empregador solicitar, assim como a pretensão salarial.

Se for colocar "Qualificações Pessoais", use esse campo para descrever suas experiências, resultados, treinamentos, etc. Nunca pra dizer que você é uma pessoa "dinâmica, organizada, responsável, organizada, com facilidade para aprender novas funções e que se relaciona bem em equipe", pois geralmente nem tudo isso é verdade né?

Formação/escolaridade: Se você já tem o segundo grau completo, por exemplo, não precisa colocar informações sobre o 1º grau ok?

E verifique os erros gramaticais. Tem erros que chegam a doer os olhos quando lidos. Se tem dúvidas, procure no dicionário ou peça ajuda ao Google.


sábado, 19 de janeiro de 2013
Há sempre alguém que se contenta em ser apenas um "coadjuvante" nas histórias. Entrar em cena, exercer o seu papel é possível de acordo com o personagem principal. Suas falas, ações e reações dependem do personagem principal. 

E assim esquece-se de que há outras peças para se atuar, outras histórias, onde pode-se ter a chance de ganhar o papel principal...

A vida não nos permite ensaiar. Portanto é preciso atuar pra valer!

Depois de um tempo sem conseguir resolver esse problema em uma máquina, resolvi pedir ajuda ao Google. Mas nem sempre as informações são satisfatórias.

Juntando uma e outra informação, consegui resolver o problema da seguinte maneira:

Abri os "Meus Documentos"
Em seguida a pasta "GTA San Andreas User Files"
E apaguei TUDO o que havia dentro desta pasta. Em seguida abri o jogo e o mesmo voltou a funcionar.




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