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sábado, 9 de abril de 2011
Quinta-feira fomos na Arena ver o jogo da solidariedade.

No começo o jogo estava bem devagar, até comentei que parecia que eu estava vendo meus tios jogarem... Parecia uma "pelada" da meia idade... hehe

Teve alguns lances bons, a maioria protagonizada pelo baixinho Romário, mas Zico também fez algumas boas jogadas, seguido por Alcindo que fez 2 gols e era de longe o "tio" com mais fôlego (e o único que não estava acima do peso).

Nosso governador Beto Richa jogou pouco, em todos os sentidos. Ficou pouco tempo em campo e fez apenas uma boa jogada, o restante do tempo sem comentários... aliás o time preto começou a fazer gols apenas quando o governador foi substituído por Oséas, que deu mais movimento ao ataque dos "Amigos do Paraná".

No primeiro tempo o goleiro do time preto (Amigos do Paraná) era o Zetti, que já brilhou em nossa seleção, mas neste jogo ele estava meio apagado, quase não fez defesas e levou 5 gols, talvez por estar "um pouquinho" acima do peso.

Dunga então nem se fala! Eu lembro dele ter pego na bola apenas uma vez, fez um drible bonito até, mas não passou disso, ficou pouco tempo em campo e quase parado.

O jogo teve mais de 22 mil pagantes e arrecadou cerca de 369 mil reais que serão destinados às vítimas do Tsunami no Japão e dos alagamentos no litoral paranaense. 60% do arrecadado vai ao Japão e 40% ao litoral do Paraná.






terça-feira, 22 de junho de 2010
Eu nunca gostei de palavrões. Mas devo confessar que a Rede Globo merecia uma porção deles!

A maneira como a emissora tenta manipular todo mundo é ridícula, mas desta vez eles deram um tiro no próprio pé!

Dunga tinha acabado de sair de um jogo difícil, onde até Kaká ficou nervoso e foi expulso: "Eu não tenho sangue de barata", como ele mesmo disse.

Aí o Dunga vai para uma entrevista, depois do estressante jogo, e no meio da resposta com relação a uma pergunta feita sobre o atacante Luis Fabiano o repórter da Rede Globo Alex Escobar, balança a cabeça dando a impressão de que estava discordando do que Dunga dizia.

A atitude do repórter incomodou o técnico que na mesma hora decidiu tirar satisfações, perguntando se tinha algum problema. Escobar desconversou dizendo que não estava nem olhando para o técnico.

Até aí tudo bem. Escobar não teve coragem de expor sua opinião e assumir que realmente balançou a cabeça porque discordou. Essa atitude deixou Dunga "p" da vida e soltou: "Burro, besta, cagão!".

A Globo editou e não deu pra ouvir esses "elogios", mas quem viu o vídeo sem edição deve ter ficado com vontade de rir, assim como eu. Até deu origem à TAG #EscobarCagão no twitter.

O pior de tudo foi a reportagem ridícula que a Rede Globo fez Tadeu Schmidt apresentar no Fantástico no domingo. Tentaram colocar o povo contra Dunga, mas não certo, conseguiram um CALA BOCA TADEU SCHMIDT, que teve repercussão ainda maior que o CALA BOCA GALVÃO.

Bom, pra quem acredita na desculpa de Escobar de que estava falando no telefone quando balançou a cabeça, aí vai o que o próprio escreveu em seu blog (e apagou em seguida) respondendo a um comentário:

"Caro, não persigo ninguém. E balançei a cabeça descordando do que ele dizia mesmo, só não estava olhando para ele. Não tenho que pedir desculpas e nem espero isso dele. Para mim, já passou."

E completou postando o seguinte:

"Sobre o episódio de ontem na coletiva de imprensa após o jogo, não pretendo fazer disso um tema de debate.
Estou aqui na África do Sul, feliz, trabalhando na Copa do mundo e de meia grossa para ver o Brasil campeão.
Teremos certamente assuntos mais relevantes para debatermos por aqui.
Agradeço aos solidários e respeito os contrários. Como não tenho a intenção de alimentar uma guerra, não publicarei comentários.
Conto com a compreenssão de todos."

E pra terminar, ele foi "cagão" sim e burro? Bem burro eu já não sei dizer, mas eu achava que um repórter pelo menos sabia escrever o português corretamente...

Escobar, não é "balançei" e sim balancei, não é "descordando" e sim discordando, e compreensão tem apenas um "S".

sexta-feira, 21 de maio de 2010
Hoje às 11 horas toda a delegação deve se apresentar no Centro de Treinamento do Atlético/PR onde inicia a concentração.

Quando assumiu a seleção brasileira, o técnico Dunga prometeu uma preparação séria para a Copa do Mundo da África do Sul e o fim da badalação exagerada que envolveu os treinos da equipe para o Mundial anterior, da Alemanha.

A primeira mudança clara em relação ao Mundial passado é o próprio fato de a seleção ter se reunido no Brasil. Na Copa da Alemanha, os jogadores se encontraram em Weggis, na Suíça. Alguns foram de carro, dirigindo independentemente a partir das cidades onde moram e defendem seus clubes na Europa. Mas Dunga fez questão de fazer diferente.

Ele não abriu mão de reunir a seleção em uma cidade brasileira, parte da tão falada “recuperação de identidade” do time com o povo, buscada e repetida por Dunga nestes quase quatro anos de trabalho. A equipe ficará cinco dias na capital paranaense, majoritariamente fazendo exames e testes físicos.

O assessor de imprensa da seleção brasileira, Rodrigo Paiva, já alertou que os jornalistas terão dificuldade para conseguir boas informações durante a preparação da equipe.

- Vai ser a cobertura de Copa do Mundo mais fechada dos últimos tempos.

Em Curitiba, Dunga terá oito campos à disposição e poderá fazer seus trabalhos longe do assédio da imprensa, diferentemente do que aconteceu em Weggis, quando os treinamentos eram transmitidos ao vivo para todo o mundo, proporcionando badalação e deixando que os adversários estudassem as principais jogadas da seleção de Carlos Alberto Parreira.

Em um dos treinos de 2006, houve invasão de campo e uma torcedora deitou sobre Ronaldinho Gaúcho, abraçando-o. O que no momento foi visto como um fato engraçado virou crítica após a eliminação nas quartas de final, diante da França.

Tradicional local de treinamentos do Brasil antes de amistosos e competições, a Granja Comary, em Teresópolis-RJ, também foi vetada. Lá, o acesso da imprensa aos jogadores é rápido e direto, prejudicando a privacidade da preparação.

Outro sinal importante da desvinculação de imagem do time atual daquele que fracassou em 2006 está nas próprias palavras oficiais da CBF. Nesta quinta-feira (20), a entidade se deu ao trabalho de publicar uma nota em seu site oficial para tentar convencer o público e a imprensa de que a passagem da delegação por Brasília no dia 26, para visita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não causará desgaste extra nos jogadores.

Segundo a entidade, se o avião da seleção brasileira fosse de Curitiba para Johanesburgo, teria de fazer uma escala no Rio de Janeiro, para reabastecimento e carregamento de bagagem da seleção.

O próprio encontro com Lula, aliás, é uma modificação ao que foi feito em 2006. Na ocasião, o presidente fez uma pacata videoconferência com os atletas, mas a iniciativa se transformou em confusão quando o petista questionou Parreira se o atacante Ronaldo estava mesmo gordo. O atleta, que não estava presente, não gostou nada da pergunta e posteriormente comparou as especulações sobre seu peso aos boatos sobre a suposta afeição de Lula ao álcool, causando uma crise que precisou ser contornada no meio da preparação.

O encontro com o presidente, em um momento de popularidade recorde de Lula, foi cuidadosamente escolhido. Na época da videoconferência, em 2006, o político ainda enfrentava os reflexos do escândalo do “mensalão”, e sua imagem não estava tão em alta como agora.

Nenhuma das partes envolvidas - jogadores, comissão técnica ou a própria CBF – assumiu a responsabilidade sobre a badalação de 2006. Com frases vazias, cada lado jogou a culpa para o outro.


Fonte: Portal R7