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terça-feira, 27 de maio de 2014


Estou inclinada a acreditar que sim. 


Incrível, pois, para algumas pessoas, tudo o que não saiu como desejado é porque “elas sofreram preconceito”. Seja pela sua raça, cor de pele ou opção sexual.


Esses dias conversando com uma amiga, ela me deu o seguinte exemplo:


Duas pessoas disputando uma vaga de trabalho:


Um branco, com um currículo impecável. E um negro com um currículo não tão bom assim. 

Se a empresa selecionar o branco, o negro pode muito bem alegar preconceito por parte da empresa por não ter sido selecionado. Isto nada mais é do que um julgamento, sem sentido e ridículo. Pois a pessoa não procura saber o real motivo. Às vezes até sabe, mas nega-se a acreditar, pois é mais fácil se fazer de vítima das circunstâncias, das pessoas, do racismo.


E assim a "vítima de preconceito" se mostra tão (ou mais) preconceituosa do que o seu “opressor”, neste caso inexistente.


E você, homem, se diz preferir as loiras em vez das ruivas, é acusado de ser racista e preconceituoso? Não, né? Mas experimente dizer em público que prefere loiras em vez de negras... Na maioria das vezes tem alguém pronto pra te chamar de racista!


Mas por que isso acontece? Já ouviram falar em Dogmatismo?


Dogmatismo é uma tendência para acreditar que o mundo é da maneira que aprendemos. É uma atitude natural e espontânea temos desde criança. Os dogmas expressam verdades talvez não certas, indubitáveis e não sujeitas a qualquer tipo de revisão ou crítica.


Portanto, creio eu, que essas pessoas foram “ensinadas” a pensar desta forma, foram condicionadas, por seus pais, avós e demais familiares a ter uma visão dos mundo de acordo com experiências passadas por seus antepassados.


Assim também pessoas preconceituosas sofrem de dogmatismo. Digo sofrem, pois considero isso uma forma de doença. Geralmente os preconceituosos foram condicionados a se considerar superiores e têm isso como verdade absoluta, perseguindo, oprimindo, maltratando e, até mesmo, assassinando pessoas consideradas inferiores. 


Nos dois casos, cabe à própria pessoa enxergar as outras verdades, os outros caminhos, aprender a pensar por si só, deixar de lado preconceitos herdados, pensamentos pré determinados.


Bem, estou escrevendo sobre isso porque há alguns dias fui, injustamente, acusada de ser preconceituosa, porque não agi da forma como certas pessoas consideravam ser a correta. Sem nem ao menos procurar saber o motivo das coisas. O que provavelmente ocasionou uma tentativa de manipular terceiros, a fim de fazer valer a sua verdade absoluta.


Se eu tenho preconceito? Só se for contra a falta de caráter e a capacidade das pessoas nos julgarem sem nos conhecer ou desconhecendo os fatos e motivos que nos levaram a agir de uma ou outra forma.


Preconceito é algo muito feio, tanto quanto acusar alguém sem provas, sem certezas!

Você que chegou até aqui, qual a sua opinião? 
Pessoas que sofrem preconceito também são preconceituosas? 











segunda-feira, 26 de maio de 2014




Ide a vós, não Ide Amin
Se eu sou a Fada MÁdrinha,
Mantenha-se Far Far Away
Você acha que sou Mao?
Corra, Chapeuzinho!
Assim me julgaste, sou o Lobo Mau!


sexta-feira, 11 de outubro de 2013
É meus amigos... O certo é ser errado. É dar trabalho, é ser inconsequente, egoísta, irresponsável.
O negócio é ser instável, bipolar, desequilibrado. O negócio é ser dependente, jogar com as pessoas, ser interesseiro.
Aí sim as pessoas te dão atenção, se preocupam, passam a mão na sua cabeça, te ligam, te apoiam.

Se você é quieto, na sua, você está errado. Se você ajuda quem quer ajuda, é sacrificado por não ajudar quem não quer.

Você tem que fazer as coisas na pressão, por obrigação, senão você é julgado, cobrado, apontado, mal falado. As pessoas estão sempre muito dispostas pra julgar, pra cobrar, muito antes de tentar entender.

Chega uma hora que a gente cansa de ser cobrado o tempo todo, por tudo, por todos, de todos os lados . Chega uma hora que a cabeça não aguenta. A gente se chateia. Se magoa. Perde a vontade de ver as pessoas, de fazer as coisas.

Como diz Caio Fernando Abreu: "Não é sono, não é falta de tempo, não é dor física, muito menos depressão. Só vontade de me desligar do mundo por alguns segundos."


sábado, 26 de novembro de 2011
Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.

O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.

Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.

O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…

O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…

Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.

Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.