Em toda a nossa história devemos construir pontes de perdão, em especial para nos perdoar, caso contrário, não conseguimos sobreviver.
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É refrescante tirar toda a maquiagem e ser o que sempre fomos, seres humanos, tolos e lúcidos, incoerentes e sábios, frágeis e seguros, enfim, paradoxais. Quem não inventa sua história não reescreve seus textos. Lembrem-se não há ser humano que não tenha ou não construa seus fantasmas.
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A existência é um contrato de risco, e nas cláusulas desse contrato está escrito que o estresse e o alívio, as lágrimas e o riso, a loucura e a sanidade fazem parte da história de cada ser humano
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