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Curitiba, Paraná, Brazil
Apaixonada pela língua portuguesa, livros, música e culinária. Queria cursar letras, mas acabei entrando na faculdade de informática, área em que trabalho até hoje.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
...“— A menina parece que não tem dificuldade em ficar contente seja com o que for — respondeu Nancy, recordando as tentativas de Pollyanna para ficar contente com o quartinho do sótão.
Pollyanna sorriu docemente.
— Pois o jogo é mesmo isso.
— O jogo?
— Sim, o “jogo do contente”.
— Mas de que está falando?
— É um jogo. O papai me ensinou e é muito lindo — respondeu Pollyanna. — Sempre o jogamos, desde que eu era pequena. Ele ensinou também às senhoras da caridade e algumas delas também o jogavam.
— Mas o que é? Não sou muito de jogos.
Pollyanna riu de novo, mas com um suspiro e o rosto dela parecia tristonho.
— Começamos a jogá-lo quando recebemos umas muletas na coleta da missão.
— Muletas?
Sim, eu queria uma boneca e o papai escreveu pedindo. Mas, quando a encomenda chegou, não tinham mandado nenhuma boneca e sim umas muletas de criança. Uma senhora enviou pensando que elas podiam ser úteis a alguma criança. E foi assim que começamos.
— Mas não consigo perceber que jogo é que pode haver nisso — disse Nancy quase irritada.
— O jogo era exatamente encontrar alguma coisa com a qual estar contente, não importa o quê — respondeu Pollyanna com ar sério. — E começamos naquele dia, com as muletas.
— Meu Deus! Não vejo nada para estar contente. Recebeu um par de muletas quando queria uma boneca!
Pollyanna bateu as palmas.
— É isso — gritou ela — eu também não percebi logo. Teve que ser o papai a me dizer.
— Bom, então espero que também me diga — retorquiu Nancy impaciente.
— Pois o jogo é ficar contente por não precisarmos delas! — exclamou Pollyanna triunfante. — Vê, é muito fácil quando sabemos como fazer!”...

Cap.4, pagina 28.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para visitar" - mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar- todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida!

E agora, se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém... as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida...

Caso você ainda não tenha percebido: A VIDA É CURTA ... APROVEITE-A!!!

Tire o pó... se precisar...
mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas? Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!

Tire o pó... se precisar...
mas você não terá muito tempo livre... para beber champanha, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!

Tire o pó... se precisar...
mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos, o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da chuva caindo mansamente....
- Pense bem, este dia não voltará jamais !!

Tire o pó... se precisar....
mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não será mais tão fácil de fazer como agora... E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó!!!

Ninguém vai se lembrar de quantas contas vc pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua amizade, de sua alegria e do que vc ensinou.

AFINAL:

"Não é o que você juntou,
e sim o que você espalhou que reflete como você viveu a sua vida."


Tire o Pó!!!... Se precisar...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Clarice Lispector sempre tem uma frase, um texto, uma poesia pra cada momento de nossas vidas. Ela sabe como expressar em palavras o que estamos sentindo e não sabemos dizer.

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Nem gosto dele, mas acho que esse ritmo combina com certos estados de espírito...
Quando a gente se vê presa num quarto escuro, sem saída, sozinha, ferida, machucada, um nada. Quer ser feliz mas nem pra isso tem forças mais...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011


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sábado, 26 de novembro de 2011
Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.

O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.

Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.

O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…

O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…

Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.

Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Martha Medeiros
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros
quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas.

Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.

A porta do carro da sua esposa estava aberta.

A porta da frente da casa também.

O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.

Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.

A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.

Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.

Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.

Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.

"Será que a minha mulher passou mal?" ele pensou.

"Será que alguma coisa grave aconteceu?"

Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.

Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.

A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.

Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.

Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: "Que diabos aconteceu aqui em casa? Por que toda essa bagunça?"

Ela sorriu e disse:

- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta:
"- Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?" Bem... Hoje eu não fiz nada!
sábado, 17 de setembro de 2011
1. Ame a Vida sobre todas as coisas.
2. Não obedeça a ordens, exceto àquelas que venham do teu próprio coração.
3. A felicidade está dentro de você: não a procure em nenhum outro lugar.
4. O amor livre é a mais religiosa de todas as orações.
5. O vazio é a única porta para a verdade.
6. A vida só existe aqui e agora.
7. Não corra: dance.
8. Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
9. Viva acordado, em todos os sentidos.
10. Pare de buscar: o que é teu já te pertence.

Edson Marques
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua!



(Onde encontrei o texto constava que o mesmo foi escrito por Pedro Bial, como na Internet há muitas confusões sobre a autoria de diversos textos, quem tiver informação que seja de outra pessoa, favor informar.)
domingo, 28 de agosto de 2011
Tem hora de parar - e tem hora de partir.

Tem hora de permanecer quieto e calado num canto, e tem hora de cantar e de voar.

Agora, agora não é hora de dobrar as asas, nem de calar a voz, nem de catar gravetos para fazer o ninho.

Agora não é hora de sentir remorsos.


Não é hora de buscar consolo, nem de caiar o túmulo.


Agora que estou na beirada, bêbado de alegria e pronto para o salto, não me segure em nome de nada.


Não queira impedir-me dizendo que é muito cedo, ou que é muito tarde, ou que está escuro, é perigoso, muito alto, muito fundo, muito longe...


Não!


Se você não puder incentivar-me para o salto; se você não puder empurrar-me em direção à Vida, então não me segure.


Não me prenda, nem me amarre.


Não envenene com teu medo a minha dança.


Seja só uma silenciosa testemunha desta vertigem.


Porque agora, agora é hora de voar.


É hora de abrir-me a todas as possibilidades.


E saltar num voo livre e sem destino para dentro de mim mesmo.


Edson Marques
sábado, 27 de agosto de 2011
Certo dia, enquanto voltava pra casa de ônibus, ouvi dois jovens conversando. Bem um deles não era tão jovem assim, deve estar na meia idade, por assim dizer. O outro deve ter no máximo uns 16 anos.

O “jovem mais velho” estava com um violão, o que chamou a atenção do mais novo, que estava vestido inteiro de preto, incluindo pulseiras, unhas e até lápis de olho.

Não demorou muito o jovem de preto puxou assunto com o rapaz do violão, primeiramente perguntando de que marca o mesmo era. Depois perguntou se ele tem banda e diante da resposta afirmativa, que tipo de música a banda dele tocava. A resposta foi ROCK! Aí a conversa começou a ficar interessante. O rapaz disse que era roqueiro e quis saber que tipo de rock a banda tocava, primeiro perguntou se era Hardcore. A reposta foi Metal, Heavy Metal.

E aí que veio a parte mais interessante da conversa. O rapaz quis saber quais bandas de “Metal Core” (será que ele desconhece a existência de Heavy Metal?!) o outro gostava e tocava, todo empolgado.

A resposta foi Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, entre outras. Bom, o rapaz disse que conhecia apenas uma ou outra música do Iron e não conhecia as outras bandas. Garanto que eu não fui a única que se surpreendeu com a afirmação... Depois ele citou algumas bandas que nem lembro o nome, pois nunca tinha ouvido falar, aliás, uma das bandas se chamava Glória, acho eu. Disse que aquelas eram as bandas que ele ouvia. O músico disse que já tinha ouvido falar em algumas daquelas bandas e que eram bandas mais novas. O rapaz afirmou que não eram novas, que algumas já tinham até 2 cds lançados e outra “já” tinha 2 anos de existência.

Pois é né, como o Iron e o Sabbath vão concorrer com bandas que tem 2 cds e "JÀ" tem 2 anos de existência?!

É pra acabar!

O que os novos roqueiros escutam?! Que roqueiros são esses que mal conhecem Iron e nunca ouviram falar em Black Sabbath?!

Esse aí ainda é um dos roqueiros atuais “melhorzinhos”, porque tem aqueles que curtem Restart e Cia.



sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Quando os pais não defendem a própria Liberdade, e não ensinam o seu filho a dizer "não" — nem lhe permitem o sagrado direito de fazer escolhas — ele se tornará um bichinho obediente. Talvez comportado, mas não criativo. Digno de dó. Vai demorar para aprender a tabuada do sete. Aceitará tudo o que lhe diz o pastor, e jamais questionará os professores. Vai seguir sempre o que lhe manda a namorada. Terá medo de tomar decisões. Será subordinado a chefes autoritários, e provavelmente vai se casar com uma mulher ciumenta e de pouquíssima cultura. Viverá com o rabo no vão das pernas pelo resto da vida. Não terá brilho nos olhos. Jamais será um líder.

Se você tem filho - ou é um - pense nisso.

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Quando os pais não valorizam a própria Liberdade e não incentivam a filha a dizer "não" — nem lhe concedem o sagrado direito de fazer escolhas — ela provavelmente se tornará uma mulher submissa, sem graça e sem criatividade. Terá dificuldades em calcular o troco, e aritmética e xadrez lhe parecerão coisas do outro mundo. Aceitará tudo o que lhe diz o padre ou o pastor. Também não questionará seus professores. Será do tipo que usa coleira perante os namorados. Terá medo de qualquer mudança radical em sua vida — e talvez arranje um marido ciumento, babaca ou opressor. Caso não vire apenas uma dona-de-casa desanimada, talvez consiga um empreguinho de segunda no subúrbio. Viverá de cabeça baixa pelo resto da vida. Jamais será independente.

Se você tem filha - ou é uma - pense nisso.


Edson Marques
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Tudo que existe — existe duas vezes: primeiro, na cabeça do criador. Toda mudança tem que antes ser sonhada. A realidade só se transforma de verdade, na prática, depois que transformou-se em teoria. Primeiro no cérebro — depois, no mundo. Sem sonho e sem loucura inteligente, nada de concreto se produz. Nem sorvete, nem avião, computador, arranha-céu. Os inventores são todos visionários. Einstein, Jesus Cristo, Picasso, Galileu e Niemeyer: um bando de malucos. Se dependesse dos normais, ainda andaríamos de carroça. Talvez nem de carroça, pois a roda foi criada por um louco. Sem fantasia e liberdade não se encanta o cotidiano. A imaginação descontrolada é que dá cor e vida ao mundo. Por isso é que a Loucura é necessária, desejada — e tão temida.

Edson Marques

quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Em toda a nossa história devemos construir pontes de perdão, em especial para nos perdoar, caso contrário, não conseguimos sobreviver.

***

É refrescante tirar toda a maquiagem e ser o que sempre fomos, seres humanos, tolos e lúcidos, incoerentes e sábios, frágeis e seguros, enfim, paradoxais. Quem não inventa sua história não reescreve seus textos. Lembrem-se não há ser humano que não tenha ou não construa seus fantasmas.

***

A existência é um contrato de risco, e nas cláusulas desse contrato está escrito que o estresse e o alívio, as lágrimas e o riso, a loucura e a sanidade fazem parte da história de cada ser humano
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Quem não aprender a garimpar ouro no solo da sua história jamais terá habilidade para se elaborar e se superar.

***

Chantagear ou pressionar alguém para aceitar nossas idéias e verdades é violar sua intimidade.

***

Devemos entender a diferença entre expor e impor nossos pensamentos.

***

Autoritarismo é reflexo de necessidade doente de ser socialmente aceito.

***

Não exigir o que os outros não podem dar, pois os mais próximos são os que mais causam decepções.

***

Sem fazer inventários de nossas histórias e repartir minimamente nossos bens psíquicos com quem amávamos, nossas relações sociais eram virtuais, falsas, uma mera peça teatral.

***
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ou vocês dominam suas preocupações ou elas o dominarão. Ou domesticam seus sentimentos de culpa ou elas os tornarão seus servos. Gritem, tenham acessos de raiva contra o humor triste, os pensamentos fixos, a alienação, a compulsão. Não há gigantes. Repartam suas batalhas com seus amigos. E se não as vencerem, procurem um especialista. A existência é preciosa demais para se confinar a um cárcere.

***

A ambição desmedida dos homens gerou guerras, disputas religiosas, discriminação, crises financeiras, competição predatória no comércio internacional.
***


Caminhar era seu destino, pensar era seu compromisso.

***
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Eu sempre fui contra a qualquer tipo de ofensa, acho que todos nós temos defeitos e aqueles físicos e mais visíveis podem ser percebidos pela própria pessoa, no espelho de casa.

Não acho certo uma pessoa sofrer ofensas, Bullying por não se parecer como a mídia, como a sociedade julga ser o ideal, o perfeito, o correto. Até porque hoje em dia se usa Photoshop e outros tipos de programas de edição de imagens para deixar perfeitas celebridades e modelos que saem em revistas e comerciais de TV. Isso leva as pessoas “comuns” a fazerem inúmeras plásticas, ficarem horas praticando exercícios, fazendo dietas rigorosas e diversos tratamentos estéticos. Não que essas coisas não sejam boas, mas pra tudo tem um limite. E ninguém pode ser discriminado por não ser perfeito ou não ter dinheiro para fazer cirurgia plástica, ou redução do estômago, ou qualquer outro procedimento que venha deixá-lo mais parecido com a imposição de “normalidade” de uma aparência..

Esses dias encontrei uma pessoa que fazia muito tempo que não via. Surpreendi-me ao encontrá-la, pois da última vez que a vi ela era obesa, bem acima de seu peso ideal. Fiquei muito admirada ao vê-la magra, parecia outra pessoa.

Porém, no mesmo dia, toda esta minha admiração foi por água a baixo. Vi esta pessoa ofendendo outra, chamando de “gorda”. Depois de um problema simples entre as partes, ouvi esta pessoa aos berros, chamando a outra de gorda. Primeiro que a ofendida tem espelho em casa, provavelmente já subiu em uma balança e tem noção de seu peso, de seu físico e ninguém sabe dos problemas que ela possa ter, dos motivos que levaram a ela ficar com este sobrepeso. E em segundo lugar, a ofensa veio de uma pessoa que já foi gorda e que provavelmente já sofreu Bullying, já deve ter sido ofendida e da mesma forma não deve ter sido uma situação agradável. Então me pergunto o que levou uma pessoa que já foi vítima de ofensas a ofender também?!

Sou da opinião de que não devemos fazer aos outros o que não queremos que façam conosco. Sei que tem muita gente que pensa assim, mas pensar é uma coisa, agir é outra completamente diferente.
Quem de vocês tem feito um inventário dos fatos mais marcantes que tecem a colcha de retalhos da sua história?
Fazer um inventário é descrever os fatos mais relevantes diante do próprio eu. É reunir os próprios pedaços e reorganizá-los.

***

Um ser humano sem história é um livro sem letras.

***

Devemos fazer um inventário das experiências mais frustrantes e das mais jubilosas de nossa vida e distribuí-las, em vida, a quem amamos. Caso contrário, temos chance de educar cérebros doentes.

***

Nenhuma dor deveria ser pensada sem se construírem pontes de alívio. Nenhuma falha deveria ser recuperada sem gerar um aprendizado. Caso contrário, sofrer é uma inutilidade. Não sejam ingênuos. Não é defensável que a dor em si mesma contribua para enriquecer a personalidade humana. A não ser que façamos certas conexões, a dor piora o ser humano, o medo o traumatiza, a culpa o asfixia.

***
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Conta -se que numa determinada aldeia, havia um grupo de pessoas, que se divertiam com um rapaz pobre e que vivia de doações e biscates, sobre escolha entre 2 moedas que lhe ofereciam: uma grande e outra menor. E como ele escolhia sempre a grande e menos valiosa, era motivo de risos.

Um deles, um dia perguntou-lhe, se ele não havia percebido ainda sobre as moedas, que a maior era menos valiosa.
Ele respondeu: "Eu sei, vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e nunca mais irei ganhar a minha moeda".

Moral da História: Uma pessoa inteligente passa de idiota diante de um idiota que julga ser inteligente.



Por isto é bom tomarmos cuidado quando acharmos que somos os "espertalhões", quando na verdade podemos ser os tolos na história.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Muitas pessoas afirmam com toda segurança que não gostam de rock, mas será que não gostam mesmo?

Geralmente as pessoas associam o rock apenas àquele ritmo pesado, com guitarras marcantes, mas tem também aquelas baladas, músicas românticas que muitos gostam mas nem sabem quem toca/canta, nem se tocam que é ROCK também.

Um exemplo? Posso dar vários:

1 - November Rain - Guns N' Roses


2 - I Don't Want To Miss a Thing - Aerosmith


3 - Still Loving You – Scorpions


4 - I Remember You – Skid Row


5 - Is This Love – Whitesnake


6 - Crazy – Aerosmith


7 - 18 and Live – Skid Row


8 - Patience - Guns n' Roses


9 - Love of My Live – Queen


10 - Tears in Heaven - Eric Clapton


11 - With or Without You - U2


12 - Don't Cry - Guns N' Roses



13 - I´ll Be There For You - Bon Jovi


14 - More Than Words - Extreme


15 - Every Breath You Take - The Police


16 - What It Takes - Aerosmith


20 - Always - Bon Jovi


21 - Don't Speak - No Doubt


22 - Changes - Ozzy Osbourne


23 - Love Hurts - Nazareth


24 - Cryin' - Aerosmith



Será que ainda tem alguém que diz não gostar de Rock?



Se amar é mesmo "reconhecer afetuosamente o direito que o outro tem de fazer suas escolhas" — como eu disse ontem — será que nessa colocação pode estar implícito que devo aceitar as idéias do outro, todas, mesmo as absurdas, e incorporá-las como se fossem minhas, se ele assim o desejar?
Claro que não.
Isto seria uma violência.
Cada um de nós tem um sistema de valores.
Mesmo que seja em nome do amor, a submissão é um horror.
Amar não significa aceitar todas as escolhas que o outro fizer, mas sim apenas aquelas que não impliquem uma supressão da nossa liberdade pessoal. Porque falta de liberdade causa uma dor imensa. E se causa dor, não é amor. Portanto, se uma determinada escolha feita pelo outro, que diz me amar, contraditoriamente cerceia minha liberdade, ou violenta minha dignidade, me sufoca ou atormenta — então essa escolha me faz mal, e deve ser rechaçada no ato, com determinação. Jamais devemos compactuar com quem nos fere ou nos amputa. Sem essa de beijar o carrasco em nome do amor...

Edson Marques
terça-feira, 19 de julho de 2011
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo... falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL

segunda-feira, 18 de julho de 2011
Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Gato late igual cachorro e quando descobre que alguém está vendo volta a miar!
kkkkkkkkkkk

segunda-feira, 27 de junho de 2011

É no mínimo curioso os valores que damos a determinadas coisas.

Aqui no Paraná, por exemplo, damos muito mais valor às bandas do Rio de Janeiro e de São Paulo, assim como peças teatrais, autores, e qualquer tipo de coisa. E isso acontece no país inteiro.

O Brasil dá muito mais importância para o que é de fora, músicas, roupas, eletrônicos, até mesmo a língua falada. São muitos os nomes americanizados espalhados pelo país, com vários w, y, etc. Temos tantos nomes lindos, simples e lindos, não entendo a preferência nacional em dar aos filhos nomes típicos de outros países. É claro, algumas pessoas têm origem americana, italiana, alemã, entre outras, portanto dão aos filhos nomes típicos destes países. Mas vamos combinar que é meio estranho um John da Silva né! Isso sem falar naqueles nomes que os pais nem sabem como se escreve e às vezes nem a pessoa responsável pelo registro no cartório sabe, é o caso de vários Dionatans, Uillians, Uelitons. Além dos nomes que na verdade não são nomes. Certa vez li em um jornal o caso de um conhecido Padre que se recusou a batizar duas crianças e explicou aos pais os significados dos nomes escolhidos. Como eram os "nomes" das crianças? Bom, um era Royalties e o outro Madeinusa (será que este era menino ou menina?!).

Tem também aqueles brasileiros criativos, que gostam de inventar os nomes dos filhos, ou fazer uma junção do nome do pai e da mãe. Já ouvi falar de Franciara (Francisco + Iara), Joacida (João + Aparecida), Jucirley (Jucimara + Wanderley), e mais alguns. Já dos nomes inventados, posso citar o de minha querida amiga Jocelayne, que dizia que quando tivesse uma filha colocaria o mesmo nome nela (ela mudou de idéia e a filha tem outro nome, não inventado).

Bom, voltando à questão dos valores. Tudo que é importado vale mais, aparelhos eletrônicos, roupas, música, tudo! E essas coisas, quando vêm para o Brasil, triplicam, quadriplicam de valor. E sempre tem Brasileiro disposto a pagar, afinal de contas, é importado!

Já vi pessoas comprarem roupas, calçados e acessórios nos EUA e ao chegarem aqui no Brasil, encontram a seguinte inscrição na etiqueta: “Made in China” ou “Made in Brazil”. Cômico ou trágico? Você decide.

E a língua então?! Brasileiro adora colocar apóstrofo em nomes de lojas, restaurantes, etc. Diva’s Confecções, Silva’s Restaurante e assim vai. Aqui perto de casa tem uma loja com um nome sem apóstrofe, mas curioso: Lirol Boy. Brasileiro adora acrescentar um Help, um Thank You, um Please, um Sorry em suas frases. Freqüenta cursos de inglês e vai pra fora do país “aprimorar” seus conhecimentos. Mas fica em dúvida se deve usar seja ou seje, menos ou menas, sendo que nem existe seje e menas... Falam “Para mim fazer”, não sabem como se escreve ansioso (95% escrevem ancioso). Sem contar no gerundismo, esse horrível vício de linguagem. "Vou estar limpando a casa. Vou estar arrumando o armário. Vou estar transferindo a sua ligação."

Fulano fala inglês, espanhol, alemão, japonês fluentemente. E o português? Português é nossa língua, produto nacional aqui não tem valor.







terça-feira, 21 de junho de 2011
Eu adoro fotografar!

E hoje recebi a notícia de que minha foto foi uma das ganhadoras da Promoção Ortopé Eco!



quinta-feira, 16 de junho de 2011


Não importa onde você parou...
em que momento da vida você cansou...
o que importa é que sempre é possível e
necessário "Recomeçar".

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
é renovar as esperanças na vida e o mais importante...
acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado...

Chorou muito?
foi limpeza da alma...

Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia...

Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos...

Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora...

Pois é...agora é hora de reiniciar...de pensar na luz...
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal
Um corte de cabelo arrojado...diferente?
Um novo curso...ou aquele velho desejo de aprender a
pintar...desenhar...dominar o computador...
ou qualquer outra coisa...

Olha quanto desafio...
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.

Tá se sentindo sozinho?
besteira...tem tanta gente que você afastou com o
seu "período de isolamento"...
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para "chegar" perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza...
nem nós mesmos nos suportamos...
ficamos horríveis...
o mal humor vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.

Recomeçar...
hoje é um bom dia para começar novos
desafios.

Onde você quer chegar?
ir alto...sonhe alto... queira o
melhor do melhor... queira coisas boas para a vida...
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos...
se pensamos pequeno...
coisas pequenas teremos...

já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor...
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental...
joga fora tudo que te prende ao passado... ao mundinho
de coisas tristes...

fotos...peças de roupa, papel de bala...ingressos de
cinema, bilhetes de viagens...
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados...
jogue tudo fora... mas principalmente...
esvazie seu coração... fique pronto para a vida...
para um novo amor...

Lembre-se somos apaixonáveis...
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...

" Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura."




Obs.:
Há controvérsias quanto a autoria deste poema, uns dizem que é de Carlos Drummond de Andrade, outros dizem que é de Paulo Roberto Gaefke.
quarta-feira, 15 de junho de 2011


Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

A banda Crazy Barbie fará nesta sexta um show inesquecível em Penha - Santa Catarina!

O Watahari fica localizado na Praia da Paciência ao lado da Ponta da Vigia.
quarta-feira, 8 de junho de 2011

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.

É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.

Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.

Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.

Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.

E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

Tudo depende só de mim."

Charles Chaplin


sábado, 4 de junho de 2011

Você já parou algum dia para pensar como funciona uma colmeia? Já se deu conta de que nela tudo é ordem, disciplina, preocupação pelo todo?

A colmeia é formada por células de cera, que se contam aos milhares. Em algumas dessas células existem ovos ou larvas de abelha. Outras servem como depósitos de pólen e de mel. Essas são os favos de mel.

Numa colmeia podem existir até 70 mil abelhas, que exercem diferentes funções.
As operárias são as que alimentam as larvas, cuidam da colmeia, trazem comida para todos os habitantes da comunidade.

As operárias começam como faxineiras, limpando as células onde estão os ovos.
Depois produzem a geleia real que serve para alimentar as abelhas mais jovens e a rainha.

Também trabalham como babás alimentando as abelhinhas mais crescidas com pólen e mel.
Com dez dias de vida elas se tornam construtoras. Começam a produzir cera, que lhes permite construir e remendar as células da colmeia.

A rainha tem como tarefa botar ovos, dos quais sairão as operárias, os zangões e as novas rainhas. No verão chega a botar em um só dia mil e quinhentos ovos.

O zangão, desde que nasce, tem por tarefa a procriação com a rainha. Depois morre.
Tudo na colmeia reflete ordem, equilíbrio.

As operárias são também as que saem da colmeia para buscar a matéria prima de que necessitam. Estranhamente, elas nunca se enganam no caminho de volta para casa, para onde retornam com sua preciosa carga.

Embora sua vida seja curta, de cinco semanas apenas, elas não se cansam de trabalhar pelo bem-estar de toda a equipe.

Podemos pensar na família como uma colmeia racional. Cada um tem sua tarefa a cumprir, visando o crescimento da pequena coletividade, como exige o lar.
E todos são importantes no desempenho do grupo doméstico.

É no seio da família, na intimidade do lar, que se vão descobrir operárias incansáveis, trabalhando sem cessar, não se importando consigo mesmas. Em constante processo de doação.

É na família que se aprende a transformar o fel das dificuldades, as amarguras das incompreensões no mel das atenções e do entendimento.

É ali que se exercita a cooperação. Afinal, como a família é uma comunidade, há necessidade de ajuda mútua.

Quando a família enfrenta as dificuldades com união, cresce e supera problemas considerados insolúveis.

Para que a família progrida no todo, cada um deve se conscientizar de sua tarefa e realizá-la com alegria.

É por este motivo que as crianças devem ser incentivadas, desde cedo, a pequenas tarefas no lar.

Retirar os pratos da mesa, lavar a louça, aquecer a mamadeira do menorzinho.

Renúncia a um pequeno lazer para satisfazer o outro. Nem que seja somente a satisfação da companhia ou de um diálogo amistoso.

Se na colmeia familiar reinar o amor, conseguiremos com certeza ter elementos para uma atuação segura, verdadeiramente cristã, junto à família maior, na imensa colmeia do mundo.



Fonte
Redação do Momento Espírita, com base na Revista Minimonstros, ed. Globo, 1964 e no cap. 15, do livro Rosângela, pelo Espírito Rosângela, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter. Em 21.07.2010
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo,
mas estava longe de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
- "Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"
- Aí, então, derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas? Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...
"Ser seu amigo já é um pedaço dele..."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam…

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera pode não ser tão alegre…

Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa…

Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…

Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda…

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia…

Que eu não perca A VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim…

Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão os meus olhos…

Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos…

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas…

Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu…

Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia os meus braços estarão fracos…

Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VIVER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma…

Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes
me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia…

Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado…

Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno…

E acima de tudo…

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!

Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois…

A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!

quarta-feira, 1 de junho de 2011
O consultor de empresas e conferencista Stephen Kanitz escreveu um artigo intitulado Ambição e ética, do qual extraímos algumas reflexões.

Kanitz define a ambição como sendo tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas resoluções.

As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.

A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como, por exemplo, viajar pelo mundo.

Já a ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer fazer, na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, não mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição, ou seja, é o conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.

A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética.

Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior.

Algumas escolas estão ensinando aos nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição.

Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo menos da maioria. Aprendemos a não falar em sala de aula, a não perturbar a classe, mas pouco sobre ética.

O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética, quando o certo seria o contrário.

E por quê? Porque dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética que frustrará nossos objetivos.

Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.

O mundo conheceu a história de uma estagiária na Casa Branca, que colocou a ambição à frente da ética e tirou o partido democrata do poder, numa eleição praticamente ganha, devido ao enorme sucesso da economia na sua gestão.

Não há nada de errado em ser ambicioso, desde que se defina cedo o comportamento ético.

Quando a ambição passa por cima da ética como um rolo compressor, o resultado é o que podemos acompanhar nos noticiários que ocupam as manchetes em nosso país.

Assim, para mudar definitivamente essa situação, é preciso estabelecer um limite para nossa ambição não nos permitindo, em hipótese alguma, violar a ética para satisfação pessoal, em detrimento do coletivo.

Conforme ensinou Jesus, Seja o seu falar: sim, sim, não, não, em qualquer situação.
E, se estiver difícil definir se estamos agindo com ética ou não, basta imaginar como julgaríamos esse ato, se praticado por outra pessoa.

Se o condenamos é porque não é ético. Se o aprovamos e julgamos justo, então podemos seguir em frente.
* * *

Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de preceder à sua ambição.


Fonte
"Quando uma porta se fecha, outra se abre. Mas muitas vezes nós ficamos olhando tanto tempo, tristes, para a porta fechada que nem notamos que se abriu outra para nós."

terça-feira, 31 de maio de 2011
Quando me desespero eu me lembro que em toda a história a verdade e o amor sempre venceram. Houve tiranos e assassinos e por um tempo eles pareceram invencíveis, mas no final eles sempre caem.

Pense nisso! Sempre!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ontem quando cheguei em casa e liguei a TV, estava terminando o jogo entre Corinthians e Coritiba e logo em seguida começou o Domingão do Faustão. Não me interesso muito pelo programa, acho as atrações um tanto chatas, mas quando percebi que foram chamados os humoristas Leandro Hassum e Marcius Melhem ao palco, resolvi assistir. Acho o Leandro engraçadíssimo, mas nunca fui muito com a cara do Marcius e me surpreendi com ele durante o quadro do programa.

Era aquele quadro Arquivo Confidencial, onde várias pessoas do convívio do artista dão depoimentos sobre a vida, escola, etc. Leandro Hassum mostrou ser uma pessoa bem emotiva, sentimental, pensei até que ele fosse emagrecer de tanto chorar, se emocionou muito durante os depoimentos. Mas foi depois que a esposa de Marcius falou que eu me surpreendi de verdade. Ele não só expôs seu amor à esposa, como comentou a importância que a mesma teve e tem em sua vida e carreira. Contou sobre o início do espetáculo Nóis na fita, que hoje é um sucesso nacional, onde tiveram muitas dificuldades como falta de dinheiro, falta de pessoal, falta de tudo. As esposas dos humoristas que produziram o espetáculo, conseguiram roupas, móveis e até um notebook usado onde seria escrito o roteiro, pois nem computador eles tinham. Foi muito bonito ele reconhecer o que elas fizeram, reconhecer o que as pessoas fazem por eles antes da fama. A gente sabe quem ama, quem se importa conosco quando não temos nada. Pois como o Marcius mesmo disse, depois da fama tudo vem muito fácil, pessoas que não se aproximavam de você começam a se aproximar, amigos interesseiros, etc. ele falou que sabe muito bem diferenciar a vida profissional da pessoal, pessoas que se aproximam depois da fama, querem status, esperam ganhar algo por ter contato com o famoso, pelo menos aparecer da mídia. Já aqueles que estão ao seu lado quando você não tem nada, esses sim merecem atenção. Uma declaração ótima do ator que sabe diferenciar o que é real na vida dele e o que é falso, o que é vida de verdade e o que é trabalho.



Sei que tem muitos artistas que pensam como ele, mas tem também os que agem de forma bem diferente. Tem aqueles que quando tem dinheiro e fama, abandonam seus companheiros e amigos de antes. A gente também vê notícias de atores/atrizes mais velhos namorando pessoas bem mais novas. Até aí tudo bem, pode ser que o amor seja real. Até que os companheiros começam a aparecer numa novela aqui, num seriado ali e de repente o amor acaba. Acho que tem alguns que não sabem que estão sendo enganados, se entregam até que venha a decepção. Mas também há quem saiba e queira ser enganado, sabe que a pessoa está com ela apenas por interesse e esses eu realmente não entendo. Não entendo como uma pessoa possa admitir, querer e gostar viver uma mentira.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Tá frio. Tá muito frio!

Mas você pode esquentar a sua noite de sexta aproveitando o show da Banda CRAZY BARBIE no Atacama Bar, tocando o melhor do Guns N' Roses!

Veja o flyer:

Tem hora de parar e tem hora de partir, tem hora de permanecer quieto e calado num canto, e tem hora de cantar e de voar. E agora, agora não é hora de dobrar as asas, nem de calar a voz, nem de catar gravetos para fazer o ninho. Agora não é hora de sentir remorsos, nem de buscar consolo, nem de caiar o túmulo. Agora que estou na beirada, bêbado de alegria, pronto para o salto, não me segure em nome de nada. Não queira impedir-me dizendo que é muito cedo, ou que é muito tarde, ou que está escuro, é perigoso, muito alto, muito fundo, muito longe... Não! E se você não puder incentivar-me para o salto, ou até mesmo empurrar-me com amor em direção à Vida, não me prenda, não me amarre. Não envenene com teu medo a minha dança. Seja só uma testemunha silenciosa desta vertigem. Porque agora, agora é hora de voar, agora é hora de abrir-me a todas as possibilidades. E voar um vôo livre e sem destino para dentro de mim mesmo.

Edson Marques
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O cantor comemorou com fãs no México e teve direito a champanhe e bolo!





segunda-feira, 9 de maio de 2011
"E tentando escapar eles viram que já estavam livres."

"Sei que sente falta dela, porque você me disse que sentia. Mas, talvez, não sinta falta só da comida ou da casa arrumada. Talvez seja de outra coisa. Talvez não consiga descrever. Talvez você só saiba que sumiu. Talvez seja uma parte sua que esteja lhe fazendo falta também."



"As mudanças, quando começam, dificilmente podem ser detidas."
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Quando eu estava subindo as escadas

Eu encontrei um homem que não estava lá

Ele não estava lá hoje de novo

Eu queria, eu queria que ele fosse embora




É incrível sabermos do que a mente humana é capaz de criar!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Ele escreveu em seu Twitter:

quarta-feira, 27 de abril de 2011
É pessoal, quem espera por uma Kakifest este ano pelo jeito terá que esperar até o próximo ano.

Fontes ligadas à Prefeitura de Campina Grande do Sul dizem que os cofres públicos não tem dinheiro para realizar a festa.

Mais uma vez acho que falta uma melhor organização e planejamento dessas festas. Com pessoas qualificadas para organizar a festa ela daria lucro, assim como as outras festas que temos no Paraná (Festa da Uva, Pinhão, etc.)

A Kakifest parece ter sido substituída por uma corrida ecológica este ano.

Mais informações sobre a corrida:

Campina Grande do Sul sediará neste sábado (30) uma corrida ecológica que faz parte do Circuito Amigos da Natureza. Os percursos, de 5 e 10 quilômetros, serão todos em estradas de chão no interior da Fazenda Quatro Corações. A largada será às 16 horas, na arena coberta. Os primeiros colocados (1º a 5º lugar geral, masculino e feminino) serão premiados com troféus. Todos receberão troféu de participação.

Inscrições
Para moradores do município, a inscrição é gratuita e pode ser feita na Secretaria de Esporte. Para os de fora, há duas opções: inscrição online, nos endereços www.clickcorridas.com.br e www.assessocor.com.br, ou presencial, na Pop House e na Procorrer, em Curitiba. Os preços variam de R$30 a R$54. Mais informações: 3224-7703 e 9695-5630.




Ou melhor, "búlingui" né Requião? hehehe



Por que ele é vítima de bullyng?
Por causa disso:




Quem concorda com ele?
Eu amo Roupa Nova e esta música é linda!

segunda-feira, 25 de abril de 2011
É Segunda-feira!

E você, está desanimado? Cansado? Com sono?

Muitos dizem que a segunda-feira enterra o domingo, portanto vão para o trabalho ou escola como quem vai para um velório.

Segunda-feira não é Ano Novo para ser festejada com festa e fogos de artifício. Mas é começo de semana nova, o que pode significar novos desafios, novos conhecimentos, novos amigos, nova VIDA.

Só depende de VOCÊ.

Se escolher ter uma ótima Segunda-feira, assim ela será!



BOA SEMANA!!!
quarta-feira, 20 de abril de 2011

Se existem três sapos numa folha, e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha?

Resposta certa: três sapos! Porque o sapo apenas decidiu pular mas ele não fez isso.

Às vezes a gente não se parece com o sapo?

Quando decidimos fazer isso, fazer aquilo e no final não fazemos nada?

Na vida temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis outras difícies. Rir é correr o risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento. Expor as idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado. Viver é correr o risco de morrer. Ter esperança é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados porque o maior fracasso na vida é não arriscar nada. A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor mas não aprende, não sente, não muda, não cresce, não vive. É uma escrava que teme a liberdade.

Apenas quem arrisca é livre.
terça-feira, 19 de abril de 2011












quinta-feira, 14 de abril de 2011

"...Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a apena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer."


Lya Luft
sábado, 9 de abril de 2011
Quinta-feira fomos na Arena ver o jogo da solidariedade.

No começo o jogo estava bem devagar, até comentei que parecia que eu estava vendo meus tios jogarem... Parecia uma "pelada" da meia idade... hehe

Teve alguns lances bons, a maioria protagonizada pelo baixinho Romário, mas Zico também fez algumas boas jogadas, seguido por Alcindo que fez 2 gols e era de longe o "tio" com mais fôlego (e o único que não estava acima do peso).

Nosso governador Beto Richa jogou pouco, em todos os sentidos. Ficou pouco tempo em campo e fez apenas uma boa jogada, o restante do tempo sem comentários... aliás o time preto começou a fazer gols apenas quando o governador foi substituído por Oséas, que deu mais movimento ao ataque dos "Amigos do Paraná".

No primeiro tempo o goleiro do time preto (Amigos do Paraná) era o Zetti, que já brilhou em nossa seleção, mas neste jogo ele estava meio apagado, quase não fez defesas e levou 5 gols, talvez por estar "um pouquinho" acima do peso.

Dunga então nem se fala! Eu lembro dele ter pego na bola apenas uma vez, fez um drible bonito até, mas não passou disso, ficou pouco tempo em campo e quase parado.

O jogo teve mais de 22 mil pagantes e arrecadou cerca de 369 mil reais que serão destinados às vítimas do Tsunami no Japão e dos alagamentos no litoral paranaense. 60% do arrecadado vai ao Japão e 40% ao litoral do Paraná.






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